E o lado bom dessa idéia é que ela muitas vezes traz o estímulo necessário para que de fato seja possível melhorar as merdas do ano que se passou.
Esse ano não cheguei a ver "Um Sonho de Liberdade", foi no ano passado. Mas vou pegar emprestado o final do filme e do livro, que sempre gostei muito, para explicar a minha situação aqui. No final de 2009, para 2010, fiz convicções e promessas. Agora, no início de 2012, eu espero.
Espero que a minha confiança e minha escrita retomem o caminho progressivo que tinham antes - e, se tomarem um diferenciado, que este também vá para a frente.
Espero que, quando a dor e o medo inevitavelmente chegarem, eles não durem muito.
Espero que o terceiro ano não seja tão apavorante como me parece.
Espero que as pessoas me decepcionem menos, e, se o fizerem, que eu perceba e supere antes de muito tempo.
Espero que eu me surpreenda comigo mesma - positivamente.
Espero que o post que eu faça no final de 2012 seja uma reflexão boa, com memórias poéticas e bonitas.
Espero que seja bonito.
Espero que o túnel cheio de lama e ratos pelo qual me arrastei durante a maior parte desse ano resulte, afinal, numa chuva tão forte que traz uma sensação tão deliciosa para o seu corpo e a sua alma como a que a visão de um pôster da Rita Hayworth prometeria, para quem tivesse uma imaginação fértil.
E vocês sabem que eu tenho.
Anos depois e o final desse filme/livro ainda me deixa arrepiada, assim como qualquer menção à eles.
ResponderExcluirdisso tudo posso te dizer que terceiro ano é, em geral, muito superestimado e pouco diferente dos outros anos. pra mim, pelo menos, foi o ano que passei 2/3 das aulas dormindo.
ResponderExcluirde resto, tô esperando tudo isso pra você também <3